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La Segunda Sala del Superior Tribunal de Justicia Federal aplicó una multa por litigar de mala fe a un justiciable que, sistemáticamente, ataca y acusa a los magistrados para justificar sus derrotas judiciales.
Esta vez, la relatora del régimen de agravio en la excepción de impedimento, ministra Nancy Andrighi, entendió que J.L.M. pasó los límites.
En el caso en cuestión, J.L.M. alegó que el STJ falsifica certificados de distribución con el objetivo de defraudr la distribución de los procesos de los cuales es parte, para cubrir un amplio esquema de venta de decisiones judiciales envolviendo a los magistrados del Tribunal de Justicia de Goias y a los ministros del Superior Tribunal de Justicia.
Indignada con tales acusaciones, la relatora inició su voto resaltando que reprime con vehemencia tales alegaciones, que, en lo más mínimo, carecen de seriedad. En segundo lugar, el recurrente hace uso de absurdas impugnaciones alegando que habría delito en la venta de sentencias y pasa a cuestionar todo y cualquier acto practicado a partir de simples distribuciones de los números de incidentes generados que suscita el caso.
“Como si no bastase la falta de respeto a este Tribunal consustanciado en innumerables acusaciones gratuitas, se percibe que el recurrente no dará fin, por cuenta propia, al torrente de alegaciones que vienen siendo derramadas en los diversos procesos de su autoría que tramita o tramitará esta instancia”, resaltó Nancy Andrighi.
Así, además de reiterar el agravio al régimen impuesto, la Sala, por unanimidad, determinó la aplicación de una multa de 1% sobre el valor de la causa originaria y la remisión de copia de los autos al Ministerio Público para la debida providencia.
DECISÃO
Segunda Seção aplica punição por acusações infundadas contra magistrados
A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça aplicou multa por litigância de má-fé a um jurisdicionado que, sistematicamente, ataca e acusa magistrados para justificar suas derrotas judiciais. Desta vez, a relatora do agravo regimental em exceção de impedimento, ministra Nancy Andrighi, entendeu que J.L.M. passou dos limites.
Assim, além de rejeitar o agravo regimental interposto, a Seção, por unanimidade, determinou a aplicação de multa de 1% sobre o valor da causa originária e o encaminhamento de cópia dos autos ao Ministério Público para as devidas providências.
“Como se não bastasse o desrespeito a este Tribunal consubstanciado em inúmeras acusações gratuitas, percebe-se que o excipiente não dará fim, por conta própria, à torrente de alegações sem sentido que vêm sendo derramadas nos diversos processos de sua autoria que tramitam ou tramitaram nesta instância”, ressaltou Nancy Andrighi.
Indignada com as acusações, a relatora iniciou seu voto ressaltando que reprime com veemência tal alegação, que, no mínimo, carece de seriedade. Segundo a ministra, o recorrente faz uso de absurdas impugnações sob a alegação de que haveria crime de venda de sentenças e passa a questionar todo e qualquer ato praticado a partir da simples distribuição dos inúmeros incidentes descabidos que suscita.
No caso em questão, J.L.M. alegou que o STJ falsifica certidões de distribuição com o objetivo de fraudar a distribuição de processos do qual é parte, para acobertar um amplo esquema de vendas de decisões judiciais envolvendo desembargadores do Tribunal de Justiça de Goiás e ministros do Superior Tribunal de Justiça. |